Ordenar array por tamanho em php

Três meios diferentes para a mesma finalidade:

Usando funções nativas do PHP (recomendado):

array_multisort(array_map('strlen', $array), $array);

Esse é compatível com versões antigas do PHP:

usort($array, 'sortByLength');

private static function sortByLength($a, $b) {
    $difference =  strlen($a) - strlen($b);
    return $difference ?: strcmp($a, $b);
}

E esse pra PHP7+:

usort($array, 'sortByLength');

private static function sortByLength($a, $b) {
    return strlen($b) <=> strlen($a);
}

Adicionar suporte a rc.local no ubuntu 16.04 ou superior

Embora um script muito útil para tarefas de inicialização de um servidor, essa funcionalidade se perdeu na migração de init.d para systemd.

Para poder utilizar esse arquivo novamente, vamos instalar um serviço no systemd que irá se encarregar da execução.

Primeiramente, vamos criar o rc.local e aplicar permissão de executável:

printf '%s\n' '#!/bin/bash' 'exit 0' | sudo tee -a /etc/rc.local
sudo chmod +x /etc/rc.local

Após isso, vamos criar o serviço no systemd

sudo systemctl edit --full rc-local

Será necessário inserir no final do script, os parâmetros de instalação do mesmo:

[Install]
WantedBy=multi-user.target

O arquivo final vai ficar parecido com isso:

[Unit]
Description=/etc/rc.local Compatibility
ConditionPathExists=/etc/rc.local

[Service]
Type=forking
ExecStart=/etc/rc.local start
TimeoutSec=0
StandardOutput=tty
RemainAfterExit=yes
SysVStartPriority=99

[Install]
WantedBy=multi-user.target

Depois é só rodar o comando de instalação e voilá

systemctl enable rc-local

ler a linha completa em um loop do for

Quando efetuamos um for em shellscript, por padrão ele considera como delimitador espaços, quebras de linha ou tabulações, isso gera  uma dor de cabeça quando temos que tratar nomes e arquivos ou diretórios com espaços.

Para melhor compreensão, abaixo temos um diretório com três arquivos:

[email protected]:~/teste$ ls -l
total 0
-rw-rw-r-- 1 felipebraz felipebraz 0 Abr 19 15:41 1.html
-rw-rw-r-- 1 felipebraz felipebraz 0 Abr 19 15:41 teste2.html
-rw-rw-r-- 1 felipebraz felipebraz 0 Abr 19 15:41 teste de arquivo.html

Ao efetuarmos um for, ele vai quebrar o último arquivo nos espaços, retornando 5 registros ao invés de 3.

[email protected]:~/teste$ for i in `ls`; do echo $i; done
1.html
teste2.html
teste
de
arquivo.html

Para solucionar essa questão, podemos utilizar a variável IFS para definir  qual caractere deve ser usado como delimitador.

[email protected]:~/teste$ IFS="\n"
[email protected]:~/teste$ for i in `ls`; do echo $i; done
1.html
teste2.html
teste de arquivo.html

 

Rastrear encomendas a aliexpress do tipo LPXXX

Essa vai pra todo viciado em compras na aliexpress.

Recentemente comprei um miiband pelo referido site, no frete estava como “aliexpress standar shipping” com tracking disponível. Porém recebi um código de rastreio com uma numeração que não me era familiar, um código de 16 dígitos que começava com a sigla LP e que não era rastreável no site dos correios.

Acompanhando o tracking direto no aliexpress, começou a acusar movimentação dentro do brasil, encaminhado de curitiba pra porto alegre, do centro de tratamento para o centro de distribuição, etc.

Isso me deixou intrigado, como o aliexpress poderia ter acesso a movimentação dentro dos correios com esse número não padrão?

O que me veio a cabeça foi uma antiga notícia, ao qual representantes do grupo alibaba teriam fechado um acordo com os correios (link), logo pensei que esse pacote deve ter ganho um número de tracking nacional ao chegar no brasil.

Pesquisando muito na internet, descobri que no site da directlink ao colocar o tracking de 16 digitos, ele exibe o número nacional nos resultados!

Resultado do tracking da directlink

A partir daí, foi só cadastrar o número brasileiro no muambator e aguardar sentado a entrega!

Criar um pendrive de instalação do windows a partir do linux

Depois que meu notebook queimou, fui obrigado a voltar a usar o desktop. máquina essa que estava dedicada pra patroa, com windows instalado e talz.

Depois de redimensionar as partições e fazer a instalação do linux, vou testar o boot no windows (afinal , não quero dormir no sofá) e me deparo com essa tela:

Com windows original, o azul é mais azul

Provavelmente o gparted destruiu o setor de boot do windows quando redimensionou a partição.

Até aí tudo bem, é fácil recuperar com um cd de instalação… porém:
– Meu drive de CD não funciona a muito tempo
– Não tenho outra máquina com windows pra gravar a iso num pendrive

Depois de uma bela fuçada na internet descobri um utilitário chamado woeusb que resolveu essa questão.

Pra instalar em sistemas derivados do ubuntu, é só adicionar esse ppa e instalar via APT

sudo add-apt-repository ppa:nilarimogard/webupd8
sudo apt update
sudo apt install woeusb

Depois de instalado, só abrir o programa, escolher o pendrive e a imagem (não esqueça de formatar o pendrive em ntfs antes)

A instalação demora uns 15 minutos, tem que ser paciente! =)

Mensagem exibida ao concluir o processo:

Depois disso, foi só bootar com o pendrive e seguir com os procedimentos usuais (instalação, recuperação, etc)

 

solução para cannot open display: :0 no ubuntu 17.10

Nesse final de semana, instalei o ubuntu 17.10 em um notebook, fui rodar o gaparted com sudo e eis que me deparo com esse erro:

[email protected]:~$ sudo gparted
[sudo] senha para felipebraz: 
Invalid MIT-MAGIC-COOKIE-1 key
(gpartedbin:3991): Gtk-WARNING **: cannot open display: :0

Essa deu um pouco de trabalho pra solucionar, mas no fim, como habitual, resolvemos isso com um único comando.

[email protected]:~$ xhost +si:localuser:root
localuser:root being added to access control list

Depois disso, todos os comandos estão rodando com sudo sem qualquer dificuldade =)

Trocar editor padrão no ubuntu

Quando o ubuntu é instalado, o editor padrão em linha de comando é o nano, porém um das primeiras coisas que sempre faço é instalar o vim.

Mas mesmo após instalar o vim, o editor padrão continua sendo o nano. Pra resolver isso é só usar o alternatives pra trocar o default.

sudo update-alternatives --config editor

Exemplo da saída do comando:

    $ sudo update-alternatives –config editor

    There are 5 alternatives which provide `editor’.
    Selection Alternative
    ———————————————–
    1 /usr/bin/vim
    2 /bin/ed
    *+ 3 /bin/nano
    4 /usr/bin/vim.basic
    5 /usr/bin/vim.tiny
    Press enter to keep the default[*], or type selection number:

Basta escolher o editor pelo número e apertar enter. =)

Controle de cache com PHP

Para nunca fazer cache de uma página

$ts = gmdate("D, d M Y H:i:s") . " GMT";
header("Expires: $ts");
header("Last-Modified: $ts");
header("Pragma: no-cache");
header("Cache-Control: no-cache, must-revalidate");

Para fazer cache de 1 hora (3600 segundos)

$seconds_to_cache = 3600;
$ts = gmdate("D, d M Y H:i:s", time() + $seconds_to_cache) . " GMT";
header("Expires: $ts");
header("Pragma: cache");
header("Cache-Control: max-age=$seconds_to_cache");

 

Usuário de SFTP com chroot/jail

Hoje um usuário me pediu acesso ao “ftp” para algumas manutenções que não seriam possível pelo admin do wordpress, e, como bem sabemos, disponibilizar acesso aos arquivos para clientes pode se tornar um inferno caso não seja pensado primeiramente na segurança.

FTP? Nem pensar! Não vou deixar os dados trafegarem nos meus servidores em texto-plano, e usar FTPS iria gerar mais uma preocupação com certificados, datas de expiração etc.

Que tal SFTP? Protocolo criptografado por padrão, sem muita dor de cabeça, integrado direto no sistema operacional, etc ,etc.
Ok, mas e a segurança? Um usuário padrão conectado via SFP fica logado direto na raiz do SO, gerando mais uma preocupação com segurança. Não quero o usuário fuçando nos arquivos do servidor, afinal.

Uma rápida pesquisa e achei algumas alternativas como rssh e rush, mas fiquei horas e horas tentando configurar e testando sem nenhum sucesso, o máximo que consegui foram erros e mais erros.

bom, voltamos então ao oráculo, e eis que surge uma alternativa alterando o subsistema sftp direto no sshd_config que funcionou que é um relógio!

Pra começar, algumas informações importantes:

  • Utilizei como base o ubuntu server 16.04 LTS
  • Nesse ambiente, o arquivo de configuração fica em /etc/ssh/sshd_config, mas isso pode variar se você estiver utilizando outra distro.
  • Normalmente restartar o ssh não derruba sua sessão aberta, mas é bom ficar preparado caso algo errado aconteça
  • No artigo vamos considerar a seguinte situação:
    • Usuário: braz
    • Homedir: /home/braz
    • Todos os comandos são executados como root

E agora, sem mais delongas, mãos de cobra! Digo… Mãos à obra!

Primeiramente, é obrigatório que o diretório /home/braz esteja com usuário e senha root, pra garantir acesso dos usuário do cliente, vamos usar chmod 755.

chown root:root /home/braz
chmod 755 /home/braz

O shell do usuário não precisa (e nem deve) ser /bin/bash, assim deixarei como /bin/false

usermod -s /bin/false braz

A chave aqui será criar um grupo chamado sftponly, todo o usuário nesse grupo sofrerá chroot

groupadd sftponly

Adicionamos o usuário braz ao grupo

gpasswd -a braz sftponly

Agora vamos editar o arquivo sshd_config.
Primeiramente, vamos comentar a seguinte linha (só colocar um # no começo)

Subsystem sftp /usr/lib/openssh/sftp-server

A configuração-chave deve ser sempre depois da declaração do Pam.
Por via das dúvidas, coloque a config no final do arquivo que não tem erro =)

Subsystem sftp internal-sftp
Match group sftponly
     ChrootDirectory /home/%u
     X11Forwarding no
     AllowTcpForwarding no
     ForceCommand internal-sftp

Se tudo esta certo, só restartar o ssh e partir pro abraço!

service ssh restart